Sobre o Marujo

 

nago

Caros, amigos (as), leitores do blog.

De antemão quero agradecer a visita a este espaço literário, e desejar-lhes que seja uma viagem agradável pelo mundo das crônicas e poesias.  Por favor, sintam-se em casa, fiquem a vontade para comentar e expor suas opiniões, elogios, criticas, sentimentos. Afinal, este blog existe tão somente pela existência de vocês. Muito obrigado e sejam bem-vindos!

Ghaĺib Jahi, 35 anos, formado em marketing, atualmente cursando Licenciatura em História, compositor, poeta e cronista. Idealizador e autor do blog AS CARTAS DO VELHO MARUJO, onde atende pelo pseudônimo “Velho Marujo”.  Iniciou sua paixão pela arte de escrever aos 15 anos, quando cursava o 1° ano do ensino médio, na escola Augusto do Amaral, bairro do Jaguaré, em São Paulo, Brasil. Influenciado por sua professora de português, a Sra. Edna, que na época identificou sua facilidade em interpretar poemas nas aulas de literatura. Ao descobrir que ele gostava de RAP e que, começava a compor suas primeiras letras, criou a oportunidade, fazendo-lhe um convite para ficar alguns dias após as aulas, para aprender e se aprofundar no mundo das letras e como “presente” ganharia um livro de gramática e literatura, destes do professor – livro este que ainda guarda de recordação. Esta grande professora, soube despertar o interesse do então jovem aluno, bagunceiro e falador, sempre brincalhão, que apesar das boas notas, gostava de cabular aulas, para jogar bola ou dar um “rolê” com os amigos pelo bairro do Jaguaré. Dali, pra frente, como dizem: É história!

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5 comentários sobre “Sobre o Marujo

  1. Olá gostei muito dos seus poemas são muito inspiradores, estou escrevendo um livro sobre o filho pródigo em uma visão diferente ja pensou em fazer algum poema nessa perspectiva de filho pródigo, minha ideia é o prodigo falando sobre sua própria experiência e ano depois o mesmo que ele fez com seu esta acontecendo com ele e seu filho,como seria um relato de um pródigo.

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    1. Fernando,

      De antemão, muito obrigado! E parabéns pela inciativa, pois a figura do filho pródigo, por si, já abrange uma quantidade ínfima de questões sociais e espirituais que podem ser abordadas. Espero que tão quanto possível, ler esta obra.

      Quanto a ideia do poema, gostei muito da proposta, e vou lapidar, trabalhar um enredo bem atual, talvez até mesmo uma cronica narrativa, imagino que também encaixaria bem.

      Mas, para servir de inspiração, em 2009 escrevi um poema de nome, “DONDE TE PERDI?”. É algo mais lirico que sua proposta, imagino, mas o contexto é exatamente o mesmo. Espero que possa inspira-lo! Abaixo o link:

      https://velhomarujo.wordpress.com/2009/08/20/donde-te-perdi/

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